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Textos
Terra Natal (Palmares-PE.) Voltei a terra natal senti tudo desigual... Crescimento imoral humano já não sabe Pessoas vindas a ontem criaturas as desventuras. Transeuntes sem viço homens submissos Compromissos findos encontro o desespero Monstro dos sumiços mostra vil dos omissos. Nada vislumbro natural, vejam... Vazio cresceu Sem as raízes dos ideais terras sem alma... Canibais Gente a deriva, colônia? Avessos escravos canaviais! Valeu a pena miseráveis feudais? Deturpado pensamento egoísta Depauperada ambição “homem”?. Pensar que o anseio e luta democracia Pariu lá e não conseguiu na origem ficar Quantos gritos sangue e heróis honrar. São débitos eternos que padeceram lá Como uma ideologia pode deve chorar Lamento partilha proporcional... Dói mal! Todos denunciarem gritarem... Covardes! Tempo deveria ter delatado coibido punido Precisamos acordar obvio resgatar alma Agigantar nosso eterno lar libertar... Amar. Minha terra outrora palmeiras... Sabedoria! Hoje moradias ribanceiras... Inversão cultural? Desordens valores vivem acéfalas... Bandalheira! Bandeira? Tributo aos Verdadeiros da Trincheira. Julio Sergio Recife-PE. (18.07.09)
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Julio Sergio |
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Publicado em 13/09/2009 às 20h26
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