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Textos
Faz já um espaço de tempo que não posto nenhum escrito no nosso site. Como estou retornando, tive a oportunidade de ser agraciado e em grande estilo comentar e disponibilizar a vocês leitores a quanto anda os valores imputados pela Globalização na sua eficácia de conduzir e condicionar a população, principalmente à grande massa que fica vulnerável a tamanho descalabro de tantas leviandades acerca dos verdadeiros ensinamentos que necessita a nossa população tão carente, para poder atingirem o status de um povo livre do cerco das banalidades bestiais e ilusórias massacrando a capacidade de poder ver e enxergar o que vale verdadeiramente à pena, e principalmente o que vai somar na vida das pessoas, principalmente os filhos e jovens que são o nosso esteio cultural de intelectual de um país que busca ser grande e soberano até na escolha dos seus programas de TV. Como monopólio da mídia televisiva, não temos muitas opções e terminamos nos rendendo a uma melhor imagem, uma melhor propaganda e até as mulheres gostosas... Pera ai, me olha já envolvido pelo sexo explicito e teoricamente gratuito. Desculpem, mas temos que nos policiar para juntos podermos agraciar a todos com ensinamentos que nos façam seres humanos mais sadios, sábios e preparados para a intelectualidade e consequentemente uma melhor cultura, que vai a busca de saúde preventiva e não curativa. Vamos ratificar sempre: O homem e seu eterno sonho de felicidade, com certeza na passa pelo BBB. Tenho a honra de postar um cordel da melhor qualidade, e a humildade de dizer que tive a ousadia de colocar o título, principalmente para não fugir e nem quebrar todo o encanto do autor no seu escrito. Dispensa apresentação, porém a eficácia de um reconhecimento público se torna valioso e ímpar, mesmo tratando-se do seu já conhecido e grandioso trabalho. Antônio Barreto nasceu nas caatingas do sertão baiano, Santa Bárbara, na Bahia. Professor, poeta e cordelista. Amante da cultura popular, dos livros, da natureza, da poesia e das pessoas que vierem ao Planeta Azul para evoluir espiritualmente. Graduado em Letras Vernáculos e pós graduado em Psicopedagogia e Literatura Brasileira. Seu terceiro livro de poemas, Flores de Umburana, foi publicado em dezembro de 2006 pelo Selo Letras da Bahia. Possui incontáveis trabalhos em jornais, revistas e antologias, com mais de 100 folhetos de cordel publicados sobre temas ligados à Educação, problemas sociais, futebol, humor e pesquisa, além de vários títulos ainda inéditos. Julio Sergio Recife-PE. 12.02.10 Pedro Bial (B) BBB - A Antítese do Perfil. (Antônio Barreto, 16.01.10) Curtir o Pedro Bial... E sentir tanta alegria É sinal de que você... O mau-gosto aprecia Dá valor ao que é banal... É preguiçoso mental E adora baixaria. Há muito tempo não vejo... Um programa tão ‘fuleiro’ Produzido pela Globo... Visando Ibope e dinheiro Que além de alienar... Vai por certo atrofiar A mente do brasileiro. Me refiro ao brasileiro... Que está em formação E precisa evoluir... Através da Educação Mas se torna um refém... Iletrado, ‘zé-ninguém’ Um escravo da ilusão.
Em frente à televisão... Lá está toda a família Longe da realidade... Onde a bobagem fervilha Não sabendo essa gente... Desprovida e inocente Desta enorme ‘armadilha’.
Cuidado, Pedro Bial... Chega de esculhambação Respeite o trabalhador... Dessa sofrida Nação Deixe de chamar de heróis... Essas girls e esses boys Que têm cara de bundão.
O seu pai e a sua mãe,... Querido Pedro Bial, São verdadeiros heróis... E merecem nosso aval Pois tiveram que lutar... Pra manter e te educar Com esforço especial.
Muitos já se sentem mal... Com seu discurso vazio. Pessoas inteligentes... Se enchem de calafrio Porque quando você fala... A sua palavra é bala A ferir o nosso brio.
Um país como Brasil... Carente de educação Precisa de gente grande... Para dar boa lição Mas você na rede Globo... Faz esse papel de bobo Enganando a Nação.
Respeite, Pedro Bienal... Nosso povo brasileiro Que acorda de madrugada... E trabalha o dia inteiro Dar muito duro, anda rouco... Paga impostos, ganha pouco: Povo HERÓI, povo guerreiro.
Enquanto a sociedade... Neste momento atual Se preocupa com a crise... Econômica e social Você precisa entender... Que queremos aprender Algo sério – não banal.
Esse programa da Globo... Vem nos mostrar sem engano Que tudo que ali ocorre... Parece um zoológico humano Onde impera a esperteza... A malandragem, a baixeza: Um cenário sub-humano.
A moral e a inteligência... Não são mais valorizadas. Os “heróis” protagonizam... Um mundo de palhaçadas Sem critério e sem ética... Em que vaidade e estética São muito mais que louvadas.
Não se vê força poética... Nem projeto educativo. Um mar de vulgaridade... Já tornou-se imperativo. O que se vê realmente... É um programa deprimente Sem nenhum objetivo.
Talvez haja objetivo... “professor”, Pedro Bial O que vocês tão querendo... É injetar o banal Deseducando o Brasil... Nesse Big Brother vil De lavagem cerebral.
Isso é um desserviço... Mal exemplo à juventude Que precisa de esperança... Educação e atitude Porém a mediocridade... Unida à banalidade Faz com que ninguém estude.
É grande o constrangimento... De pessoas confinadas Num espaço luxuoso... Curtindo todas baladas: Corpos “belos” na piscina... A gastar adrenalina: Nesse mar de palhaçadas.
Se a intenção da Globo... É de nos “emburrecer” Deixando o povo demente... Refém do seu poder: Pois saiba que a exceção... (Amantes da educação) Vai contestar a valer.
A você, Pedro Bial... Um mercador da ilusão Junto a poderosa Globo... Que conduz nossa Nação Eu lhe peço esse favor:... Reflita no seu labor E escute seu coração.
E vocês caros irmãos... Que estão nessa cegueira Não façam mais ligações... Apoiando essa besteira. Não deem sua grana à Globo... Isso é papel de bobo: Fujam dessa baboseira.
E quando chegar ao fim... Desse Big Brother vil Que em nada contribui... Para o povo varonil Ninguém vai sentir saudade: Quem lucra é a sociedade Do nosso querido Brasil.
E saiba, caro leitor... Que nós somos os culpados Porque sai do nosso bolso... Esses milhões desejados Que são ligações diárias... Bastante desnecessárias Pra esses desocupados.
A loja do BBB... Vendendo só porcaria Enganando muita gente... Que logo se contagia Com tanta futilidade... Um mar de vulgaridade Que nunca terá valia.
Chega de vulgaridade... E apelo sexual. Não somos só futebol,... Baixaria e carnaval. Queremos Educação... E também evolução No mundo espiritual.
Cadê a cidadania... Dos nossos educadores Dos alunos, dos políticos... Poetas, trabalhadores? Seremos sempre enganados... E vamos ficar calados diante de enganadores?
Barreto termina assim... Alertando ao Bial: Reveja logo esse equívoco... Reaja à força do mal… Eleve o seu coração... Tomando uma decisão Ou então: siga, animal… Julio Sergio Recife-PE. (12.02.10)
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Julio Sergio |
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Publicado em 17/02/2010 às 19h02
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